COLCHA DE RETALHOS! – ASSIM SERIA A EUROPA SE TODOS OS INDEPENDENTISMOS GANHASSEM

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Se todas as causas independentistas da Europa vingassem, este seria o novo mapa europeu. Centenas de novos países apareceriam no continente, mas Portugal manteria as suas fronteiras históricas.

Autor – João Francisco Gomes

Fonte – http://observador.pt/2017/10/25/assim-seria-a-europa-se-todos-os-independentismos-ganhassem/

Se todas as causas independentistas da Europa vingassem, este seria o novo mapa europeu. A grande maioria dos países da Europa não existiram como os conhecemos hoje. Espanha seriam doze países. França, Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Países Baixos e o norte da Itália seriam uma grande amálgama de pequenos países, incluindo alguns que cortam as fronteiras que hoje conhecemos.

Alheio a todos estes independentismos ficaria Portugal, que se manteria um único país. O único caso de dificuldades fronteiriças no nosso país corresponde à eterna questão de Olivença, que o mapa assinala como passando a fazer parte de Portugal.

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O mapa foi produzido em 2014 pelos arquitetos Theo Deutinger, Filip Cieloch e Lucia de Usera, que também se dedicam ao desenho de mapas sócio-culturais.

Na apresentação do projeto, recordam a história da evolução das fronteiras em todo o mundo. “Em 1648 [ano em que nasce o conceito de estado-nação], o mundo era composto por 80 estados soberanos, um número que desceu para 70 no final do século XIX, altura em que tornou a crescer. Hoje, compreende 206 estados soberanos”, lê-se.

O estudo recorda ainda que “ao longo da história, as fronteiras da Europa mudaram constantemente”, muitas vezes resultado de conflitos armados.

A modernidade, contudo, não trouxe estabilidade. “Com a ascensão do estado moderno, a precisão das fronteiras nacionais também aumentou, graças a novas técnicas de mapeamento (triangulação) e a consequente produção de mapas altamente detalhados”, escrevem os autores.

“As fronteiras precisamente detalhadas não conduzira, contudo, a maior estabilidade, mas ainda a maior sensibilidade entre as nações”, consideram.

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