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ESSE ERA O POPULAR DA SUA ÉPOCA

MAS EM 1928 SÓ TINHA CARRO QUEM PODIA

Este veículo e a marca Chevrolet , segundo apontam os jornais de época, eram os veículos mais populares e vendidos na sua época. Salvo engano esse era conhecido como Chevrolet “Cabeça de Cavalo”.

A história desta no nosso país começou em 1925, quando todos os dias eram montados 25 veículos importados dos Estados Unidos, nesse caso os primeiros foram furgões de trabalho.

Em 1927 a filial brasileira da GM já fabricava 180 unidades diárias e neste ano alcançava a marca de 25.000 veículos montados no Brasil.

De São Paulo esses carros não seguiam rodando para o Nordeste, pelo simples fato de não haver rodovias no país. Eram enviados de navio para Natal e apenas em 1930 a GM começaria a fabricar veículos no Brasil.

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LEMBRAM-SE DO ALTO DA COMPADECIDA?

AQUELA MINISSÉRIE QUE PASSOU NA TV GLOBO?

A foto mostra como era a chamada deste espetáculo de sucesso nos cinemas Polyteama e Royal em Natal.

Existe o comentário que no interior do nosso sertão, teve gente que diante das imagens de sofrimento do filho de Deus, projetado em uma tela branca, no meio de alguma perdida praça sertaneja, não contou conversa e passou chumbo nos romanos que açoitavam o pobre do Jesus.

Se essa história é verdade ou não, eu não sei!

Mas sei que se você não recordar desas imagens da famosa minissérie, baseada na obra do grande Ariano Suassuna, dizem que Ômega 3 é um santo remédio.

Acho que logo vou começar a comprar.

Se você está bem da cachola, deve se recordar que no começo dos capítulos, apareciam cenas de um filme mudo que mostrava a Paixão de Cristo?

Pois bem, o tal filme passou também na “telona”, só que na década de 1920.

A foto mostra como era a chamada deste espetáculo de sucesso nos cinemas Polyteama e Royal em Natal.

Se não recordar, dizem que Ômega 3 é um santo remédio.

Acho que logo vou começar a comprar.

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A PUBLICIDADE NOS JORNAIS DE NATAL A 100 ANOS

COMO ERA A PROPAGANDA NOS NOSSOS ANTIGOS JORNAIS 

Autor – Rostand Medeiros

Recentemente fiz uma pesquisa sobre os 100 anos da Liga de Ensino do Rio Grande do Norte para o Dr. Carlos de Miranda Gomes. Este grande advogado, é amigo do meu pai e da nossa família, a quem tenho muito apreço.

Para realizar este prazeroso trabalho me debrucei sobre jornais natalenses do mês de junho de 1911, exatamente há 100 anos passados. Enquanto buscava os dados da criação da Liga de Ensino, fui me deliciando com as velhas propagandas de uma cidade que tinha cerca de 25.000 mil habitantes, de poucos bairros, cheia de problemas ligados a saúde, mas de vida tranquila, onde o povo ainda andava no lombo de animais e haviam vários jornais para dar conta de tudo.

Uma olhadinha nestas propagandas ajuda a entender o que era um pouco desta Natal perdida no tempo.

Quando comento que a população da Natal de 1911 tinha inúmeros problemas com a saúde, é porque grande parte das propagandas dos jornais “A Republica” e “Diário do Natal” é sobre medicamentos e farmácias. Dos estabelecimentos que atendiam as mazelas da saúde da nossa gente escolhi duas boticas. Uma que mostra a do competente farmacêutico Joaquim Torres (acima) e outra da Farmácia Popular (abaixo).

Já as propagandas dos remédios têm para escolher a vontade. Estes anúncios apontam as virtudes dos produtos que curavam as verminoses, as coceiras e principalmente a tuberculose, a AIDS de 1911.  Muitos destes medicamentos vinham de fora, principalmente do Rio de Janeiro e Recife. Mas havia a “prata da casa”, como o “Antiasthmatico Torres”, produzido na botica do Sr. Joaquim Torres (abaixo).

Tinha espaço dedicado a remédios que chegaram as prateleiras das atuais farmácias (melhor, das “Drugstore”), como o Bromil.

Realmente a saúde na pequena Natal não era brincadeira. Não podemos esquecer os remédios que melhoravam e davam jeito em quase tudo; de resfriado a espinhela caída, todo tipo de verme, passando pela sífilis, gonorréia e muito mais. Vejam aqui alguns destes.

Mas está bom de remédios, boticas, boticários e doenças. Vamos a quem passava as receitas.

Percebi poucos, muito poucos anúncios de médicos enaltecendo suas especialidades. Ou eles eram realmente poucos, ou a saúde pública funcionava (Duvido), ou a concorrência das rezadeiras e raizeiros ainda era grande.

É bem verdade que havia poucos médicos e além do mais estes atendiam a quem pagava (afora quando algum deles era uma alma caridosa). Para os mais pobres o jeito era ir para as rezadeiras e o pessoal que trabalhava com plantas medicinais, que ainda resistem cem anos depois no populoso bairro do Alecrim.

Deixando as questões sociais da época de lado, vamos ao único anúncio de um “Dotô” que encontrei em junho de 1911 e o interessante é que este era um oftalmologista. Certamente seus serviços eram importantes porque se lia muito mais livros e jornais em 1911 do que agora. Sei que tô chutando, mas pode até ser.

Encontrei um anúncio com dois odontólogos e com uma propaganda bem interessante sobre um anestésico (abaixo).

Uma ocasião, conversando com uma idosa e muito lúcida senhora, da mais fina elite política da nossa terrinha, no alto dos seus bem vividos 95 anos, me comentou que uma amiga sua, lá pelos idos da década de 1930, comemorou muito quando arrancou o último dente e podia então usar a sua “chapa” sem problemas.

Os odontólogos da época, com seus poucos recursos, normalmente só tinham a horrível tenaz de arrancar molares e caninos, para passar a dor de dente dos natalenses.

Detalhe; creio que não era todo mundo que tinha gaita suficiente para pagar o tal anestésico vindo da Europa. Para a maioria das pessoas da Natal de 1911, arrancar dente era no cru, na força bruta, com o sangue espirrando para todo lado. Valha-me minha nossa Senhora!

Para estragar os dentes tinha de ter comida. Nesta época pré-supermercados, Shopping Centers e McDonald’s, a grande maioria dos natalenses comparavam mesmo era nas feiras livres. A do Alecrim já existia e, se não me engano, havia uma no Passo da Pátria.

Evidentemente que feira livre não precisava de anúncio em jornal. Mas encontrei o de uma “Mercearia”, na rua Frei Miguelinho, número 42, na Ribeira. Interessante era que o proprietário misturava comida com tinta e ferragens (abaixo). Numa época pré disseminação de geladeiras e congeladores, essa mistura não era, por assim dizer, a ideal. Apesar que até hoje eu acho que ainda existem locais por aí que misturam de tudo no mesmo ambiente.

Mas havia casas comerciais de exportação para o mercado estrangeiro, de produtos típicos de nossa região, conforme podemos ver no anúncio da empresa do pernambucano de descendência holandesa Julius von Sohsten, que tinha fortes ligações com o Rio Grande do Norte.

Julius von Sohsten era igualmente representante de empresas de transporte marítimo. Inclussive em nosso blog eu já fiz um artigo sobre uma empresa holandesa que ele representava (ver https://tokdehistoria.wordpress.com/2011/03/17/khl-ir-de-natal-para-a-europa-em-alto-estilo/).

Mas voltando para 1911, quando se tinha a informação que um navio atracaria em nosso complicado porto cheio de pedras na entrada, com destino ao exterior, o representante da mítica empresa “Lloyd Brasileiro” sapecava com antecedência um anúncio nos jornais , para que os exportadores se preparassem para mandar de tudo para os gringos. Veja abaixo um destes anúncios que, pelo menos nesta época, não eram muito comuns.

Já que comentamos sobre transporte marítimo, a mais importante forma de locomoção para longe da terra potiguar naquelas priscas eras, era através dos vapores de cargas e passageiros. Estes eram os anúncios mais visados e importantes nos nossos jornais. Pois era a hora de saber quando partir e de quem estava chegando.

Vejam abaixo um anúncio da então poderosa Lloyd Brasileiro, para chegadas e saídas de vapores do porto de Natal.

O navio era para ir para bem longe. Para quem ia para o interior, para o nosso sertão, o jeito ou era o trem, ou em lombo de animais.

Do transporte ferroviário trago duas informações sobre as principais empresas que atendiam o Rio Grande do Norte, a Estrada de Ferro Central e a The Great Western Railway Company Limited. Naquele junho de 1911, as empresas estavam tratando de situações relativas a desapropriação de terras e o cancelamento de horários de trens pela baixa quantidade de material a ser transportado. Detalhe; o destino ferroviário denominado “Independência” é a atual cidade paraibana de Guarabira.

 Como comentei anteriormente, um dos principais meios de transporte na época eram as alimárias.  Todos sabem que cavalo, burro e jumento não são iguais as motos CG-125 (Que substituiu a todos no sertão), onde é só colocar gasolina no tanque, dar no pedal e rodar. Tinham de botar comida, marcar e colocar remédios quando o animal ficava doente. Vejam o anúncio abaixo de uma loja de produtos veterinários de Recife, sendo divulgada na Natal de 1911.

Para andar em um cavalo alazão de porte, o condutor tinha de estar a altura, então a vestimenta era fundamental. E nesta época de poucas roupas no armário, que passavam do irmão mais velho para o mais novo, onde muitas eram feitas para as “quatro festas do ano”, as casas de vender tecidos tinham importância fundamental em nossa sociedade. Vejam esta que era instalada no bairro da Ribeira.

Se as lojas de tecidos tinham importância, os alfaiates então eram dos profissionais mais requisitados e respeitados na cidade. Como os da “Alfaiataria Fenix”, no centro da cidade.

Ninguém poderia sair de roupa nova pela antiga Natal, em cima de um cavalo ou burro e depois ficar com cheiro de curral. Isso valia tanto para homens como para mulheres (Sim, elas andavam no lombo de animais). Para isso a “Casa Londres” tinha como resolver este problema.

Esta loja vendia na Ribeira, toda uma gama de perfumes para homens e mulheres. Elas podiam dispor de produtos da afamada empresa “Coty” (Vejam no final do anúncio da casa comercial de Julius von Sohsten) e de outros tipos de perfumes, conforme vemos abaixo.

Para passear de cavalo era bom dar uma olhadinha na previsão do tempo, que diariamente saia no jornais. Havia na cidade uma estação meteorológica bem equipada. Vejam dois exemplos, que mostram em dias alternados, o tempo em junho de 1911…

Se dava para sair na rua, não é de hoje que as pessoas que podem gostam de ostentar relógios e joias.

O anúncio abaixo é de um “caixeiro viajante”, que aqui esteve em junho de 1911, vendendo todo tipo de joias, ouro e outras coisas cintilantes. É bem verdade que naquele tempo dava para circular pela cidade com pingentes, correntes e braceletes sem medo de ser roubado.

Como este comerciante ambulante chegou a nossa cidade eu não sei, mas certamente ele deve ter procurado algum dos locais de hospedagem existentes na Natal de junho de 1911. Vejam abaixo o que o afamado Hotel Internacional oferecia em termos de alimentação, bebidas e outros mimos vindos do exterior.

Mas vai que o cidadão, apesar de vender ouro, não quisesse gastar muito dinheiro, então o jeito era ir para a Pensão de seu João Santos.

E se ele estivesse pensando em vender seus brilhantes e reluzentes produtos em Macau, o negócio era ir para o estabelecimento de Dona Innocencia Cacho, que anunciava seus serviços no principal jornal de Natal.

Para acalmar a mente, a ideia comum na época era fumar. Para isso havia a fábrica de cigarros “Vigilante”, que provavelmente devido ao seu alto teor de nicotina, deixava o fumante “ligado”.

Não vi muitos anúncios sobre temas políticos, ao menos no mês de junho. Mas encontrei um anúncio da Liga Operária, mostrando que os trabalhadores potiguares a muito se organizavam.

Em uma época onde a saúde era precária, onde poucas mulheres trabalhavam, onde o tempo médio de vida das pessoas era de maneira geral era mais baixo, onde as incertezas eram muitas e a previdência pública ainda era um sonho (E ainda é!), havia o medo do desamparo financeiro com a morte de um chefe de família. Isso se reflete em muitos anúncios de empresas que negociavam “pensões vitalícias”, ou seja, aposentadoria. Todas as que vi eram de outros estados, principalmente do Rio de Janeiro e de São Paulo.

E, logicamente, como a coisa mais certa que temos depois de nascermos, as pessoas em junho de 1911 morriam. Vejam um anúncio da época.

Este artigo, mais visual que escrito, é uma maneira simples e direta de se conhecer através das propagandas dos jornais, um pouco da realidade da cidade do Natal a 100 anos atrás. Ele não mostra todos os aspectos da realidade da nossa cidade naquela época e nem era esta a minha intenção. Mas mostra o quanto de diferenças existem em relação ao nosso tempo.

Destas diferenças, a mais significativa em minha opinião, foi ter encontrado poucos anúncios de serviços advocatícios.

Será que éramos mais evoluídos e não sabíamos?

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VENDIA-SE DE TUDO

Nesta propaganda publicada na revista cultural “A Cigarra”, de 1928, vemos como um comerciante diversificava de forma radical os produtos que vendia em seu comércio.

Durante décadas a empresa M. Martins & Cia. Foi sinônimo de venda de veículos da marca Ford com uma loja na Avenida Tavares de Lira, perto do Grande Hotel.

Mas a propaganda apresentada mostra que a agência de veículos, o que hoje chamamos concessionária, vendia d tudo um pouco, basta ler o anúncio. Aponta como uma característica e a necessidade de um lojista diversificar naquela época.

Mesmo assim, misturar aspirador com pneus é bem estranho.

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ITALIANOS EM NATAL – A ALFAITARIA LETTIERI E FULCO

A Melhor Alfaiataria da Cidade em 1928

Não sei atualmente se Natal possui entre seus habitantes um grande número de pessoas nascidas na Itália. Mas acredito que pelo menos em termos proporcionais, em relação ao número de habitantes que existiam na cidade no início do século passado, o número de italianos fosse maior do que é hoje.

O negócio era um dos mais importantes no seu ramo em Natal. Já o brasileiríssimo nome da alfaiataria era uma homenagem a Dona Julia Amazonas, esposa do italiano Guglielmo Lettieri, que lhe deu seis filhos.

A Alfaiataria Lettiere e Fulco ficava num dos principais pontos de comércio de Natal na década de 1920, a Avenida Tavares de Lira, onde havia o famoso cais, por onde desembarcavam grande parte dos potiguares e visitantes que chegavam e partiam da cidade.

Lettieri havia nascido na Itália, provavelmente na década de 1880, havia chegado ao Brasil em outubro de 1903, tendo vivido no Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e chegou à cidade de Natal em 15 de maio de 1915.

O outro “paizzano” que com maestria aplicava a tesoura nos tecidos da sociedade natalense e dividia o negócio com Lettieri era Giovanni Fulco, que em 1928, data em que a revista “A Cigarra” lançou a propaganda que vemos neste post, ainda não havia completado dois anos que estava no Rio Grande do Norte. Ele havia vindo da cidade italiana de Tortora, província de Corenza e desembarcou em Recife no dia 20 de dezembro de 1920 e chegou a Natal em 27 de abril de 1926.

Guglielmo Lettieri foi durante algum tempo representante oficial do governo italiano em Natal. Foi ele que recebeu e apoiou os aviadores italianos Arturo Ferrarin e Carlo Del Prete. Estes dois homens realizaram o primeiro voo sem escalas entre a Europa e a América do Sul e pousaram na bela Praia de Touros, a cerca de 80 quilômetros ao norte de Natal. Na nossa capital foram recebidos e festejados pela comunidade italiana.

Todos os dois, até onde sei se deram muito bem em Natal, fazendo um largo grupo de amizades, criando raízes e deixando inúmeros descendentes.

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PROPAGANDA DE GUERRA

Que eu me lembre, jamais os pilotos da FAB tiveram a oportunidade de realizar o sonho de voar este tipo de avião, mas durante a Segunda Guerra Mundial era normal nas revistas populares brasileiras a existência de inúmeras propagandas de materiais bélicos americanos.

Não sei se a ideia dos gringos eram vender armas para o Brasil ou mostrar seu poder.

O avião da imagem era o caça bombardeiro Vought F4U Corsair.

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A HARLEY DAVIDSON E NATAL-UMA ANTIGA HISTÓRIA

Nos últimos anos não é tão incomum o natalense visualizar pelas suas esburacadas e mal pavimentadas ruas, belos exemplares das míticas motocicletas da marca Harley-Davidson Motor Company.

Incrivelmente belas, potentes, com um ronco característico e com uma história bem antiga em relação a Natal. Nas páginas dos velhos jornais da nossa cidade, no ano de 1925, encontrei um anúncio de venda destas motocicletas. Mas o interessante é que a loja ficava na então Capital Federal, o Rio de Janeiro. Não encontrei nenhuma indicação que havia uma loja ou um agente revendedor em Natal.

Provavelmente os empresários cariocas que espalharam estes anúncios de venda das Harley-Davidson no Brasil, utilizando os principais jornais das capitais dos estados, focavam como público alvo as elites destes locais. E não é difícil de compreender a razão.

Nos velhos jornais natalenses podemos ler que naquela época, os embarques efetuados pelos natalenses no velho cais da Avenida Tavares de Lira, nos vários navios que transportavam carga e passageiros, se destinavam principalmente para Recife, Manaus e Rio de Janeiro.

Para o Rio de Janeiro seguiam os mais abonados e aqueles ligados a elite política da época. O público certo para os revendedores destas motos.

Não é difícil imaginar o desembarque de alguma Harley-Davidson no nosso porto e depois sair circulando pelas ruas da Ribeira com seu ronco inconfundível.

Mas se algumas destas maravilhosas máquinas viessem encaixotadas do Rio, provavelmente seria montada na oficina de Seu Nezinho Cavalcante, o melhor mecânico de Natal.

© 2011 Copyright Tok de História

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